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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Complexo Rubem Braga no Rio de Janeiro


Candidato ao mais novo ponto turístico do Rio, o complexo possui elevadores panorâmicos, um mirante com a bela vista de Copacabana e Ipanema além da integração com o metrô. Além da bal função plástica, esta arquitetura possui o caráter simbólico de integração social das comunidades do Cantagalo e Pavão-Pavãozinho à cidade.


No período aproximado de meados do ano de 2010, os elevadores do complexo Rubem Braga, em Ipanema, facilitam a subida do moradores das comunidades do Cantagalo e Pavão-Pavãozinho. Das instalações, nas quais são projetos do escritório de João Batista Martinez Corrêa, dá-se o crédito às estas torres que são os abjetos de maior interesse.

Os elevadores surgiram a partir de um dos acessos à estação do metrô, situada na junção das ruas Teixeira de Melo e Barão da Torre. O nome do complexo homenageia o jornalista e escritor que residiu na região e fez de Ipanema cenário de algumas de suas crônicas.












A entrada, à priori, é para atender os moradores das comunidades, residentes do morro em cotas de 80 metros da superfície, onde antigamente subiam escadarias precárias construídas juntas à encosta. A construção criou uma alternativa a esse trajeto penoso, inseguro e irregular. Apesar do aspecto puramente funcional, o emblema por trás de caráter social, em que integra estes moradores à cidade, merece destaque.

“É uma estrutura simples, semelhante às de caixas-d’água, com travessas metálicas fazendo o contraventamento”, explica Corrêa. As torres são interligadas por uma passarela metálica. No topo da torre mais alta foi construído o Mirante da Paz, e foram instalados, ainda, postos de serviços públicos, como o Rio Poupa Tempo. A torre de maior altura tem 64 metros, o que equivale a um edifício de 21 andares, e acopla-se a um bloco de três pavimentos de onde se dá o acesso aos trens.

Na construção da cota inferior, a face dos elevadores voltada para a rua Teixeira de Melo é de vidro transparente. Nas outras faces das torres, na parte exterior do triângulo, foram colocados conjuntos de escadas fixas, que podem ser usados em casos de interrupção de energia e como saída de emergência, além de constituírem outra possibilidade de acesso.

Ao desenhar o mirante, o objetivo de Corrêa era evidenciar as vistas das praias de Ipanema e Copacabana, fazendo do complexo também um ponto turístico. Assim, avalia o autor, o conjunto arquitetônico representaria a possibilidade de melhor integração de populações de diferentes classes sociais.



Referências:

http://www.arcoweb.com.br/arquitetura/jbmc-arquitetura-urbanismo-transporte-publico-vertical-08-06-2011.html

http://oglobo.globo.com/rio/elevadores-do-morro-do-cantagalo-sao-inaugurados-2985802

http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/rj/elevadores-panoramicos-ligam-ipanema-a-morros-no-rio/n1237689856385.html

http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/rj/elevadores-panoramicos-ligam-ipanema-a-morros-no-rio/n1237689856385.html

http://www.google.com.br/search?q=elevador+morro+do+pav%C3%A3o&hl=pt-BR&prmd=imvns&bav=on.2,or.r_gc.r_pw.,cf.osb&biw=1366&bih=609&um=1&ie=UTF-8&tbm=isch&source=og&sa=N&tab=wi&ei=Hk3dTryUMoPu0gHU29nJDQ



quinta-feira, 1 de dezembro de 2011



Uma experiência inusitada foi esta, pegar um ônibus e ir a um lugar desconhecido. No início foi só ansiedade, mas já adianto que como não sou morador de Belo horizonte, pedi referências para onde poderia ir, portanto foi um passeio ao desconhecido com planejamento.

Das dicas que recebi, escolhi o bairro Santa Tereza, bem popular por ser o berço de ícones da música brasileira como Milton Nascimento, Lô Borges, Skank e Sepultura. Então, já com esta introdução, vou dar início ao Passeio de Ônibus.



Depois de alguns minutos no ponto localizado na Rua Tamoios, no Centro de Belo Horizonte, pego o transporte coletivo de número 9210. Dentro do veículo pude observar a enorme variedades e volume de pessoas que entraram e saíram do ônibus. Aproveitando a paisagem diferente nesta malha urbana e tirando algumas fotos, esperava chegar ao meu destino, no qual já estava determinada, a praça em frente o Colégio Tiradentes da Polícia Militar. Este foi meu ponto de partida. Uns minutos depois, pergunto ao trocador que ponto deveria descer para chagar na escola. Eis que um ato de camaradagem surge, o passageiro no meu lado toma a iniciativa e fala que ponto eu deveria desembarcar. Bacana, ganhei um amigo temporário no trajeto.













No desembarcar, olhei bem a praça e dei umas voltas próximas ali. Caminhei por umas ruas, via casas de vários tipos, vi locais movimentados e ermos. Após o reconhecimento de campo, parei para descansar e organizar as ideias a serem postadas aqui. A pausa foi no bar do Bolão. Acredito que é bem popular na região e na cidade. Dentro dele há várias fotos e discos das personalidades da música citadas no início do artigo.



Na volta para a casa, pego um coletivo de rota diferente e passo por outras ruas novas. Dentro dele um pequeno poema de utilização pública dá por findado minha experiência e acalma a ansiedade.




















Não fui ao lugar mais legal de Belo Horizonte, nem tão pouco no mais inusitado, porém para mim, foi ótimo ver BH de um lado diferente. Vamos ver se esses passeios no ônibus tornam mais frequentes, assim posso conhecer melhor esta capital tão encantadora.