sexta-feira, 1 de julho de 2011
Móveis Planejados
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Casa de Cacos de Louça
Na época a casa foi aberta à visitação se tornando um ponto turístico da cidade. O criador dela participou de várias entrevistas e pedia para as pessoas doarem cacos para ele. Com isso ele conseguiu porcelanas de várias partes do mundo. A idéia principal da casa era revestir as paredes, móveis, piso e teto com cacos de vidro, porcelanas, faróis de carro, etc. Absolutamente tudo que tem na casa é coberto por cacos, formando mosaicos diversos.
Na década de 90 a casa foi tombada como patrimônio histórico e cultural pela prefeitura da cidade e foi fechada para visitação. Hoje ela está abandonada e perdendo muitos dos seus cacos por causa do tempo e da falta de cuidados. É uma pena que um patrimônio como este, tão importante para a história da cidade esteja acabando.
As fotos para a postagem foram tiradas por fora da casa, já que ela está fechada, por isso não tem tantas perspectivas e detalhes e não tem fotos da parte de dentro da casa.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Tenda para Leitura
A fim de descrever o que será desenvolvido para o cliente da banca de jornal, apresentamos a proposta comercial, com as seguintes características, a saber:

Descrição Geral:
Extensão que visa inovar o negócio, conferindo mais valor ao estabelecimento, agregando algo nao diretamente relacionado a ele, de forma a atrair um maior número de clientes e tornar o ambiente um local confortável, aconchegante e climatizado.
Basicamente, o intuito desta proposta consiste em opor-se a habitual atitude breve e rotineira que as pessoas tem de chegar as bancas, comprar algum produto e levá-lo embora para ler depois.

Requisitos de Implementação
A proposta é implementar um espaço para leitura situado atrás da banca de jornal, localizada a Avenida do Contorno, 2646, Santa Efigenia, ocupando a área de duas vagas de carro.
Este local consta de uma área zen portando de uma estrutura dobrável de bambu, cortinas brancas translúcidas, pufes, plantas, velas e outros ornamentos que caracterizam o estilo.
A banca localiza-se em uma avenida que dispõe de grande movimentação à noite devido à existência de bares ao seu redor que funcionam por toda a madrugada e por se tratar de uma via de grande circulação. Sendo assim, o estabelecimento receberia muito movimento durante a noite, já que dispõe de algo nunca visto antes.
Para que haja esta comunicação é preciso que a banca possua uma espécie de bancada em sua fachada posterior, que possibilite o comerciante visualizar o interior da tenda zen e seus clientes através desta abertura, e esta pode ser vedada, ou não, através de uma cortina de ferro.Um aspecto de grande importância é a mudança do horário de funcionamento da banca de jornal. É necessário que esta permaneça aberta durante o período noturno, respeitando a legislação que permite, apenas, que as vagas de carro tenham outra função, a não ser de estacionamento, durante a noite.

Portanto, apenas com estas condições adotadas pelo responsável da banca é possível instalar a tenda zen.
Daniela Ponce
Fernanda Ruiz
Nicoly Fujii
domingo, 26 de junho de 2011
Feng Shui

Feng Shui significa ao pé da letra vento e água. São duas formas primordiais de vida. Onde não há vento não há vida e o excesso dele é prejudicial. Da mesma forma a água, sem ela não vivemos e o excesso dela causa umidade ou o que é pior, inundações, etc.
Enquanto a arquitetura e o desenho de interior se interessam pela estética, Feng Shui se concentra no modo como o ambiente exerce influência sobre as experiências das pessoas.
Esta arte é aplicada pelos chineses há mais de quatro mil anos, mas só começou a ser divulgada por aqui há pouco tempo. Muitas pessoas ainda não ouviram falar do Feng Shui e outras não acreditam que ele exista, mas existe todo um estudo e explicação para a comprovação do mesmo.


(Ambientes harmonizados feitos pela Arquiteta Sheila Mundim e pela consultora de Feng Shui Regina Rossini que foram expostos na Casa Cor)
A idéia básica do Feng Shui é harmonizar e equilibrar a energia dos ambientes e das pessoas com a disposição dos móveis, com as cores certas para cada lugar, com pedras e espelhos em locais específicos.
No blog da consultora de Feng Shui Regina Rossini tem posts que explicam melhor sobre o Feng Shui e constantemente ela publica dicas de decoração e harmonização para casa e comércio.
Blog: (http://reginarossinifengshuidecoracao.blogspot.com/)
Edifício Master

terça-feira, 31 de maio de 2011
Cadeira Mole
Nos inspiramos então na Poltrona Mole, criada em 1957 pelo arquiteto e designer de móveis Sérgio Rodrigues que desejava imperiosamente conceber um móvel que expressasse a identidade nacional.
A poltrona original tem as dimensões 110x100x75, é feita de Jacarandá e seu estofado em couro, sugerindo um jeito de sentar mais despojado e superconfortável. Além disso, representou um momento de virada da produção nacional. As peças feitas aqui eram, até então, baseadas em modelos europeus.








Apesar de tudo, foi de grande aprendizado pessoal e importância para nossa formação, elaborar e colocar em prática algo que demandasse responsabilidade em ser funcional o suficiente


terça-feira, 17 de maio de 2011
Oficina de papelão.
(tunel aberto)Hoje, mais do que nunca, encontramos nosso planeta em uma encruzilhada. De um lado, uma sociedade consumista. Do outro lado, os esforços para reduzir os impactos negativos que ela produz. Pensando nesse dilema, arquitetos do mundo inteiro, estão idealizando e construindo alternativas arquitetônicas que agridam menos ao meio ambiente. É retirando dessa idéia o modismo e o merchindising das grandes corporações e aliando-a a uma arquitetura socialmente preocupada com novas idéias de espaço e moradia é que chegamos ao foco do trabalho aqui discutido, que nesse contexto trás o papelão como um elemento construtivo viável. A oficina de papelão foi realizada em 07/05/2011 pelo grupo composto por Diogo Guadalupe, Mariana Fantecelle, Fernanda Ruiz e Nicoly Fuji, em cooperação com outros dois grupos, o primeiro composto por Gabriela Linces, Mateus Colla e Daniela Ponce, e o segundo por Mariana Tanure, Luiza Dias e Fernanda Mourão.
A técnica utilizada é simples é será exposta aqui como um manual.
1°- Material:
Foram utilizados na construção do túnel de 2 metros de altura por 3,5 m de comprimento cerca de 50 kg de papelão (recomenda-se a utilização da chapa de papelão lisa e mais grossa), 16 fitas adesivas grosas, um estilete e tesoura para cada integrante do grupo.
2°- Custos:
Algo entre 35 a 60 reais (varia com o tipo de papelão utilizado).
3°- Tempo:
Para um grupo de 10 pessoas, são necessárias cerca de 10 horas de trabalho.
4°- Modo de fazer:
1- Corte as chapas em:
- 52 losangos de diagonal maior de 153,33 cm e diagonal menor de 65 cm.
- 8 triângulos isósceles de base 153,33 cm e altura de 32,5 cm.
- 16 triângulos isósceles de base 60 cm e altura de 75,57 cm.
2- Faça vincos nas diagonais maiores dos losangos e nas alturas dos triângulos isósceles de base 60 cm.
(manual)3- Para a colagem, una as formas geométricas da forma indicada na figura, lembrando sempre que os vincos estão voltados para cima e que, nesses, também é necessário passar fita para maior estabilidade, e lembrar de não unir as partes 1,2,3,4 e 5.
(manual)
(manual)4- Para a junção das peças, comece com uma das pontas. Ainda no chão, verifique se os vincos estão fáceis de dobrar e depois erga a parte verticalmente, envergue-a no formato de um circo e comece a dobrar. Todos os vincos são voltados para dentro do circo. Passe para a próxima peça e siga os mesmos passos. Depois, com elas no chão e já dobradas, junte-as com fita adesiva.
(manual)
(manual)5- Siga os mesmos passos ate o fim do processo.
6- Para a montagem é necessário apenas a escolha do local e esticar o túnel.
(manual)
(manual)O processo é trabalhoso, mas comparado a técnicas tradicionais com concreto ou aço, é bem mais rápido e fácil. O resultado obtido na construção desse túnel pelo grupo foi satisfatório no quesito estabilidade e aparência, mas a utilização do papelão de caixas usadas foi questionada. Sendo assim, as placas de papelão novas foram consideras uma alternativa mais vantajosa, apesar de aumentar os custos e esforços em sua utilização, pois é mais rígida e difícil de cortar.
Há vários pontos a serem ressaltados, o primeiro é a característica de ser uma construção sólida, permitindo esta ser utilizada em situações em que exija uma resistência maior. A utilização do papelão na construção não é uma técnica exatamente recente. A arquitetura oriental, principalmente a japonesa, já utiliza largamente o papel na construção civil como, por exemplo, em divisórias e na vedação de janelas. O arquiteto japonês Shigeru Ban nos dá um exemplo da solides e durabilidade desse matérias em seus projetos. Ele iniciou suas pesquisas com tubos de papelão na década de 80 e a Paper Arbor, de 89, foi seu primeiro projeto utilizando esse material. Ban trata o papelão como ”madeira evoluída”, em referência a sua origem (www.theurbanearth.wordpress.com)
(Paper Arbor)“...na atual época tecnológica, com trocas contínuas de necessidades, um edifício, uma rua ou até mesmo uma cidade inteira, chegam muitas vezes a cair em desuso, do ponto de vista de sua utilização, necessitando ser esporadicamente reprogramada e reconstruída.” (Peter Cook). É nesse contexto que o segundo ponto a ser ressaltado entra. A construção de papelão da à luz a estruturas leves, móveis e dobráveis, que são de fácil transportabilidade. O túnel, na idéia original, da autora Fernanda Dolabella Dubal, estudante de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Minas Gerais, exposto em “www.mom.arq.ufmg.br” foi construído como uma estrutura para ser utilizada em um circo móvel. A arquitetura móvel pode ser definida como um espaço com uma determinada aplicação que é deslocado facilmente, sem que suas funções sejam prejudicadas por esta característica. Seguindo esse preceito os grupos que realizaram a oficina enxergaram na técnica várias utilidades como, por exemplo, uma barraca, ou até mesmo um portal para espaços em festas.
(tunel sendo carregado)Outro ponto é a economia que o material representa em comparação ao concreto aço ou tecidos. Os gastos de uma casa feita pelo arquiteto Shigeru Ban e casas padrões existentes nem se comparam. Basta lembrar que o metro quadrado de papelão gira em torno de 2 reais, muito abaixo do preço do aço. Além de econômico é um material que pode ser reciclado tornando a construção menos agressiva ao meio ambiente, e é também proveniente de madeira, um material renovável.
Em resumo, foi muito interessante participar dessa oficina, pois abriu o horizonte dos integrantes do curso sobre matérias e elementos construtivos. Um exemplo muito interessante sobre a dimensão que essa arquitetura de papelão pode chegar foi realizado pelo pessoal da Nothing Agency, de Amsterdã, que resolveu criar um escritório inteiro feito de papelão e cartolinas. Isso mesmo! Mesas, prateleiras, escadas, paredes, divisórias, tabelas... tudo feito com material reciclado. “WWW.NOTHINGAMSTERDAM.COM”.
(escritorio de papelão)
Oficina de Canudinhos
O grupo composto por Daniela, Fernanda Ruiz, Gabriela, Nicoly e Rafaela optou por participar da oficina de canudinho marcada para os dias 9 e 11 de maio, embora não tenha sido o que aconteceu exatamente.
Após a proposta, muitas ideias surgiram, mas a escolhida, infelizmente, são saiu do jeito que esperávamos. À princípio, a ideia adotada era uma porta para o túnel, de forma que integrássemos as oficinas de papelão e canudo. Decidimos então fazer o contorno da porta com canudos em forma de cilindro, e apesar da técnica para a construção não ter dado tanto trabalho, seriam necessários muito mais canudos e bastante tempo, o que tornou a finalização inviável.
No entanto, não desistimos, e parece que a lição aprendida nos primeiros trabalhos deste curso se aplica e se aplicará a tudo daqui pra frente. Com a lição em prática e após muita persistência, falamos com os professores e eles nos indicaram sites inspiradores, como dos irmãos Campana, e uma pesquisa sobre o Cobogó.
Daí tivemos a idéia de aliar o Cobogó a um problema existente no pátio da Escola de Arquitetura, que é a falta de iluminação. Sendo assim, incluímos também o aprendizado da palestra sobre elétrica e fizemos um pendente com os canudos cilíndricos.