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domingo, 4 de dezembro de 2011

Da Av. Amazonas para a Av. Amazonas

Minha experiência com transporte público rumo ao desconhecido teve início na Av. Amazonas de Belo Horizonte. Meu destino era a Av. Amazonas de Betim. O ônibus escolhido (não por mim, mas pelo Google Maps) para essa viagem foi o 3212 (Betim/Belo Horizonte). A denominação Vip Express não é apenas um jogo de marketing, o 3212 é super confortável, os assentos são estofados e reclináveis, tem cortinas nas janelas e, o mais importante, ar condicionado. Mas tudo isso tem um preço, R$ 4,60, a tarifa mais cara que já paguei em um transporte público.
3212

3212 por dentro.
Me refiro tal experiência com transporte público como viagem não apenas pelo tempo de percurso, 1h:40min, mas pelas mudanças constantes da paisagem ao longo do caminho. Houve um pouco de tudo, paisagem urbana, paisagem natural, fazendas, plantações, criações de gado, indústrias e uma quantidade expressiva de restaurantes e motéis de beira de estrada.

As minhas impressões de Betim foram:

Os betinenses são hospitaleiros. Devido ao meu ótimo senso de direção, me perdir por 3 vezes, mas as 3 pessoas que eu abordei para me orientar foram educadas e atenciosas.

Betinenses no ponto de ônibus.
Betinense correndo para pegar o ônibus.
As barraquinhas na Av. Amazonas (a de Betim) e nas ruas em seu entrono são ótimos lugares para lanchar, comprar artesanato e, no meu caso, pedir informação.
Barraquinha de artesanato.
Há bons lugares para o lazer em Betim como pistas de skate, algumas praças, a Casa da Cultura, o Shopping de Betim, o Ginásio Poliesportivo Divino Braga e o Villa Soleil Shopping.
Casa da Cultura.
Ginásio Poliesportivo Divino Braga.
Shopping de Betim.
Embora não seja no ritmo que as propagandas políticas afirmam, Betim está crescendo. Prova disso é a construção da nova rodoviária de Betim e do Shopping Metropolitan Garden.
Futura rodoviária de Betim e  Shopping Metropolitan Garden.
As minhas impressões positivas podem não ser reflexo da opinião da população betinense, uma vez que passei apenas um dia como turista e não convivi de forma direta com as situações, sejam elas boas ou ruins, criadas e fomentadas em Betim.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Um Rolé Pelo Cidade Jardim



Uma viagem tranquila de ônibus que, de tão tranquila, acabei perdendo as imagens e voltando pra lá numa chuva arretada. Então não reparem muito as imagens...

Vista do bairro pelo Edifício Alpha (Av. Prudente de Morais)

Além de bonito, o bairro Cidade Jardim tem suas áreas comercial e residencial bem divididas e desperta olhares com suas belas mansões. Podemos pegar diversos ônibus que passam pelo centro de BH e param na área comercial situada na Avenida Prudente de Morais onde recomendo descer no ponto do Museu Abílio Barreto. Como opções: 8101, 8103, 9101 (todos param no ponto do Museu e podemos embarcar na rua Curitiba com Carijós ou na rua Tamóios com Curitiba)

Av. Prudente de Morais - Área comercial do Cidade Jardim

Ao caminhar pelo bairro, notei que a área comercial situada na avenida Prudente de Morais é bem movimentada, e há de tudo na avenida: escritórios, supermercados e lojas de variados ramos. Quem ali reside não precisa ir tão longe para fazer suas compras.

Comércios diversos - Av. Prudente de Morais
Quem gosta de lugares mais tranquilos pode ir ao museu histórico Abílio Barreto, além de cultura e arte, o espaço conta com um aconchegante restaurante e nas noites e fins de semana os moradores podem frequentar a Igreja de Santo Inácio que possui uma construção moderna, além de boa acústica e beleza.

Entrada do Museu Histórico Abílio Barreto (MhAB)

Igreja de Santo Inácio - MhAB
Ao avançar pelo bairro vi belas construções, mas percebi que Jane Jacobs tinha total razão quanto à ocupação da calçada: devido à boa (ou excelente) condição financeira dos moradores, a maioria casas possui muros altos e estão isoladas das calçadas. Ao andar pelas casas, (no dia em que não choveu), não vi mais que três pessoas transitando a pé pelo bairro nem transito de carros mesmo com alguns veículos estacionados nas ruas. Vi moradores saírem de suas casas com seus automóveis sem perceber o que há nas ruas. Seria interessante abrir algum restaurante ou promover um evento nas ruas isoladas do bairro. Poderia aumentar a interatividade dos moradores ampliando o trânsito de pedestres nas calçadas. Mas, por enquanto, eu não me arrisco cortar caminho dentro do bairro a noite, nem nos fins de semana.

Praça Professor Godoy Betônico - Rua Conde de Linhares
Acho que a comunidade, talvez involuntariamente, criou um centro de interação concentrado no espaço do museu que apesar dos eventos e missas nos fins de semana, os moradores acabam ficando automatizados e trancados nos dias de semana. Também vale ressaltar que para beber uma cerveja com os amigos, é só atravessar a Avenida do Contorno que encontramos variados bares e restaurantes em Lourdes. Nesse bairro, pelo menos, não consegui ver ruas isoladas pela sua extensão.

Cidade Jardim é rica e muito bela, mas senti-me inseguro em suas ruas. Sei que a boa associação de bairro dos moradores possa uni-los para discutir uma forma de aumentar a socialização e a segurança das calçadas tão afetada pela boa localização que os acomoda.

Vista da antiga Faculdade de Odontologia da UFMG
Futura sede da Advocacia Geral da União
Casa José Cândido L. da Silveira - MhAB

Vista do Colégio Jesuíta Santo Inácio de Loyola

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011



Uma experiência inusitada foi esta, pegar um ônibus e ir a um lugar desconhecido. No início foi só ansiedade, mas já adianto que como não sou morador de Belo horizonte, pedi referências para onde poderia ir, portanto foi um passeio ao desconhecido com planejamento.

Das dicas que recebi, escolhi o bairro Santa Tereza, bem popular por ser o berço de ícones da música brasileira como Milton Nascimento, Lô Borges, Skank e Sepultura. Então, já com esta introdução, vou dar início ao Passeio de Ônibus.



Depois de alguns minutos no ponto localizado na Rua Tamoios, no Centro de Belo Horizonte, pego o transporte coletivo de número 9210. Dentro do veículo pude observar a enorme variedades e volume de pessoas que entraram e saíram do ônibus. Aproveitando a paisagem diferente nesta malha urbana e tirando algumas fotos, esperava chegar ao meu destino, no qual já estava determinada, a praça em frente o Colégio Tiradentes da Polícia Militar. Este foi meu ponto de partida. Uns minutos depois, pergunto ao trocador que ponto deveria descer para chagar na escola. Eis que um ato de camaradagem surge, o passageiro no meu lado toma a iniciativa e fala que ponto eu deveria desembarcar. Bacana, ganhei um amigo temporário no trajeto.













No desembarcar, olhei bem a praça e dei umas voltas próximas ali. Caminhei por umas ruas, via casas de vários tipos, vi locais movimentados e ermos. Após o reconhecimento de campo, parei para descansar e organizar as ideias a serem postadas aqui. A pausa foi no bar do Bolão. Acredito que é bem popular na região e na cidade. Dentro dele há várias fotos e discos das personalidades da música citadas no início do artigo.



Na volta para a casa, pego um coletivo de rota diferente e passo por outras ruas novas. Dentro dele um pequeno poema de utilização pública dá por findado minha experiência e acalma a ansiedade.




















Não fui ao lugar mais legal de Belo Horizonte, nem tão pouco no mais inusitado, porém para mim, foi ótimo ver BH de um lado diferente. Vamos ver se esses passeios no ônibus tornam mais frequentes, assim posso conhecer melhor esta capital tão encantadora.


terça-feira, 29 de novembro de 2011

Experiencia em transporte público



Hoje (28/11/11) vou descrever minha viagem sem rumo a bordo do onibus 8207, que faz a linha Maria Goretti/ Estrela Dalva, como experiencia em transporte público a lugar desconhecido...




07:00 da manha- Peguei o ônibus em frente ao Minas Shopping, na Avenida Cristiano machado, Atualmente renomeada de "linha Verde". Como deve ser comum para o horário, somente para embarcar cronometrei o tempo de 02min e 28 seg.
Seis minutos e trinta e dois segundos depois o motorista finalmente consegue fechar a porta, e com a chuva, o calor e o abafamento do veículo é total, todo mundo tá com as janelas fechadas.

Após arrancar, o transito está muito intenso; dentre arrancadas e frenagens, a velocidade máxima que o motorista consegue fazer até sair do túnel da lagoinha não ultrapassa os 20km/h.

Vale ressaltar que é incrível pela grandiosidade e robustez das construções, mas ao mesmo tempo triste a vista de debaixo dos novos viadutos, em sua imensidão de concreto que se forma antes do túnel para dar lugar aos carros, para quem lembra da avenida como era antigamente.




Já são quase oito da manha, e o ónibus chega à praça sete, entrando pela Av. Amazonas. passa pelo grande centro e entra na rua Curitiba, de onde é possível ver o mercado central. Seu ciclo de embarque e desembarque nesta regiao é mais rápido, porque ele se esvaziou bastante na praça sete. entretanto, ao atravessar a augusto de lima e parar no ponto próximo ao minascentro ele comeca a lotar novamente, estando novamente lotado antes de entrar na trincheira da Raja Gabáglia.


São 08:12, ele para no ponto da trincheira onde, após todos os passageiros "pagantes e beneficiários embarcarem, aparecem três moleques a se dependurarem nas portas para subirem a Raja de "carona"... infelizmente, devido ao vocabulário que os mesmos estavam utilizando, repleto de termos ameaçadores e palavras de baixo calão, podemos afirmar que a companhia dos mesmos não foi das mais agradáveis ... entretanto, eles desembarcam sem maiores problemas em frente ao colégio pitágoras, sem se intimidar com a presença de policiais no outro lado da rua, em frente ao tribunal.





A viagem segue, o ónibus esvaziou bastante no ponto do colégio. agora é possível ficar de pé sem esbarrar em ninguém, quando de repente, nos vemos agraciados com a linda vista da cidade que surge à esquerda perto do restaurante porcão... muitas concessionárias de carros importados parecem indicar o padrão social da regiao.

Quando chega no ponto do antigo Casa Raja Shopping, finalmente encontro um lugar para sentar. imagino, devido ao tempo de viagem o ponto final deve estar por perto. Mas, para meu deleite, descobri que ainda havia dois bairros a cruzar. Uau, como o bairro Buritis é Montanhoso! parece que o onibus começa a descer e só para na "esquina do inferno"! Porém lá não é um lugar feio.


Depois de passar em frente ao "Rancho Fundo", ele segue em direçã oao bairro Estrela D'alva, que parece ser um pouco mais antigo e humilde na região. sua arquitetura com prédios de tijolos a vista é bem interessante, principalmente pelo conjunto harmônico de pinheiros plantados em suas ruas. duas curvas à direita mais duas a esquerda o onibus finalmente chega a seu ponto final, na divisa com o bairro Havaí. neste momento, são 08: 37 da manhã.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Mobilidade Urbana: Metrô

Capacidade de deslocamento de pessoas e veículos no espaço urbano para a realização das atividades cotidianas em tempo considerado ideal e de modo confortável e seguro.


A falta de mobilidade urbana em grandes metrópoles é um problema recorrente no dia a dia de seus moradores. Com o aumento da população e conseqüente aumento do tráfego de veículos, está cada vez mais difícil e demorado se locomover nas cidades, principalmente em suas áreas centrais e de ligação.


Uma boa solução para liberação desse espaço público é o investimento em transporte público de qualidade, em especial o metrô.

Por ser um veículo que suporta uma quantidade maior de pessoas e que possui uma via de circulação exclusiva – em grande parte subterrânea –, a construção de linhas de metrô que atendam uma porção significativa das cidades é capaz de desobstruir o trânsito, principalmente em horários de pico.


Muitas das cidades mais influentes do mundo, como Londres e Nova York, utilizam a malha metroferroviária de maneira extremamente eficiente, pode ser considerado um dos meios de transporte mais rápido e de maior abrangência territorial em tais locais, o que facilita a circulação nas metrópoles e áreas vizinhas, gerando milhões de vantagens de interesse sócio-econômico.


É claro que o investimento na construção de linhas de metrô eficientes é alto. Porém a mobilidade urbana tem grande impacto na economia local, pois influi na qualidade de vida e produtividade das pessoas, no tempo gasto em locomoções (como diz o ditado, tempo é dinheiro), etc. Então, se pararmos para analisar, custa muito mais caro manter uma cidade sem uma estrutura que garanta essa mobilidade do que investir em tal tecnologia.

sábado, 26 de novembro de 2011

A Mobilidade Urbana em Belo Horizonte em Tempos de Copa

Mobilidade Urbana é a capacidade de deslocamento de pessoas e bens no espaço urbano para a realização das atividades cotidianas em tempo considerado ideal, de modo confortável e seguro.

Uma das principais obras que perdurarão e poderão ser úteis pós Copa de 2014 são as supostas melhorias nos sistemas de mobilidade urbana para as cidades-sede do evento. O objetivo maior das ações e dos investimentos nesta área é promover a articulação das políticas de transporte, trânsito e acessibilidade, a fim de proporcionar o acesso amplo e democrático ao espaço de forma segura, socialmente inclusiva e sustentável.


Os empreendimentos priorizam a implementação e a melhoria de sistemas de transportes coletivos e de meios não motorizados – voltados para pedestres e ciclistas –, bem como a integração entre diversas modalidades de transportes, com a constante preocupação de se alcançar o conceito de acessibilidade universal, garantindo a mobilidade de idosos e de pessoas com deficiências ou restrição de mobilidade.


Em Belo Horizonte, a região central tem prioridade por ser o local da maioria das trocas de viagens da região metropolitana e também por ser onde se localizam a maior parte dos equipamentos turísticos e culturais da cidade. Faixas de circulação exclusiva de ônibus especiais serão implementadas, terminais de embarque e desembarque serão instalados para possibilitar a implantação do sistema de alta capacidade de transporte BRT (Bus Rapid Transit).



O BRT é um modelo de transporte coletivo de média capacidade. É a articulação de veículos que trafegam em canaletas específicas ou em vias elevadas. É um meio de transporte público mais barato para construção se comparado aos metrôs. Curitiba foi a primeira cidade no mundo a aplicar esse sistema. Hoje ele é usado também em São Paulo, Goiânia e Uberlândia, além de cidades no Canadá, Colômbia, Chile, Espanha, EUA, França, México, Equador, Peru, Turquia e Venezuela.




Além do BRT, é previsto a expansão do metrô, que inclui duas novas linhas e a modernização e ampliação da linha única atual. E também a implementação do SITBus (Sistema Inteligente de Transporte Coletivo), que constitui um sistema integrado de gestão, monitoramento e informação do transporte coletivo. Foram implantados cerca de 50 veículos de teste.



 
Também estão previstas obras para as áreas do Boulevard Arrudas/Tereza Cristina, Avenidas Antônio Carlos e Pedro I, Cristiano Machado, Pedro II/Carlos Luz, Via 210 (ligação Via Minério/Tereza Cristina) e Via 710 (Andradas/Cristiano Machado) e a expansão da Central de Controle de Trânsito de Belo Horizonte. Com um orçamento inicial de 1,5 bilhões de reais.


Contudo, existe uma contrapartida de tantas melhorias no transporte público urbano. Até hoje, mais de 3.000 famílias estão ameaçadas de remoção para que essas obras sejam feitas. A Prefeitura de Belo Horizonte pressiona a desocupação de terrenos em diversas regiões da capital pela proximidade da Copa de 2014.



É certo que todas essas obras podem trazer benefícios para a capital mineira mesmo depois da realização da Copa do Mundo de 2014, mas até onde é válido fazê-las? 


Leia mais em:






segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Consegui chegar e nem precisei imprimir o mapa...

Sempre tive um problema muito sério em ir à lugares desconhecidos, primeiro pelo medo de pegar o ônibus para o lado errado, depois porque sempre arrumo uma confusão com os mapas do Google Maps.
Com a evolução do Google Maps conseguimos até visualizar a rua e a fachada do lugar que pretendemos ir, além de descobrir qual ônibus pegar, aonde descer e o quanto caminhar.
Na maioria das vezes em que utilizei essa ferramenta para poder deslocar-me tive a experiência de olhar o mapa de cabeça para baixo e quando descia do ônibus acabava caminhando para o lado contrario daquele que era meu destino.
Porem, esse ano fui à casa de uma colega de sala para poder fazer um trabalho da Oficina de Fundamentação e Instrumentação, com base no que ela passou (o endereço e uma referência) e com base numa rápida olhada no Google Maps consegui chegar ao meu destino sem nenhum transtorno.
Mapa

Percorri um caminho que já estou acostumada até o ponto de ônibus, visto que o ônibus para o bairro Saudade passa próximo a minha casa.  Peguei o ônibus 9503, ele passa pelo centro de Belo Horizonte e por vários bairros até chegar ao bairro Saudade.
Ônibus 9503

Ao descer do ônibus, percebi que, exceto o fato de o bairro ter um cemitério, ele não é muito diferente do meu num dia de domingo. Alguns moradores estavam na rua conversando com seus vizinhos, outros voltando para casa com sacolas e um bar que havia apropriado da calçada para colocar mesas e cadeiras.
Cemitério da Saudade

No que diz respeito à arquitetura, é um bairro residencial onde a maioria das casas tem muros altos o que impede que vejamos direto a sua fachada.  No caminho vi uma praça com crianças brincando e a maioria dos estabelecimentos estavam fechados.
Rua do bairro
Por fim consegui chegar ao meu destino sem maiores problemas e aprendi que não devo imprimir mais os mapas do Google, pois eles geram grande confusão.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

LINHA TURISMO - CURITIBA


Em viagem para Curitiba, não podia deixar de conhecer os principais pontos turísticos da cidade. Uma cidade limpa, bonita, cosmopolita e fria, notada pelo clima nessa época e pelas relações socias.

A Linha Turismo é uma linha de ônibus especial, que circula nos principais pontos turísticos de Curitiba. Com ela, é possível conhecer os parques, praças e atrações da cidade. O valor cobrado é de R$25,00.

Considerada uma das melhores do país, a Linha circula a cada 30 minutos, percorrendo aproximadamente 44 km em cerca de 2 horas e meia. O roteiro começa na Praça Tiradentes mas é possível iniciar o trajeto em qualquer um dos pontos. Para embarcar você compra uma cartela com 5 tíquetes e tem direito a um embarque e 4 reembarques. Os veículos são equipados com sistema de som para fornecer informações gravadas sobre os locais visitados em três idiomas – português, inglês e espanhol. Pude notar que essas informações eram dadas logo antes de chegarmos à atração, em volume muito baixo, o que praticamente passava despercebido pela maioria dos passageiros. De repente nem fazia falta, já que os olhos "liam" o que se escutava, facilmente, tamanha era a beleza de grande parte desses pontos turísticos.

Comecei a viagem pelo Museu Ferroviário, ponto mais próximo de onde fiquei hospedado. Construído na antiga estação, conta a história ferroviária do Estado. O prédio anexo abriga o Shopping Estação, o Museu da Farmácia, o Teatro de Bonecos, e o Estação Embratel Convention Center, um moderno centro de eventos.



Shopping Estação





Antiga Estação




Museu Ferroviário



A partir desse ponto, percorri os cerca de 44 km e escolhi alguns pontos para descer e conhecer melhor.


Jardim Botânico

Marca registrada de Curitiba, foi inaugurado em 1991. A estrutura metálica abriga espécies botânicas de referência nacional. O museu botânico atrai pesquisadores do mundo todo.














Museu Oscar Niemeyer

Maior e mais moderno museu do Brasil. Projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, o "olho" completa uma antiga obra que ele mesmo construiu , em 1976.


















Ópera de Arame/Pedreira Paulo Leminski

Construída em estrutura tubular, a Ópera de Arame é um espaço mágico integrado à natureza. Ao seu lado, a Pedreira Paulo Leminski é palco de grandes acontecimentos artísticos e culturais.

















Esse foi um passeio muito interessante, por permitir que eu conhecesse uma cidade melhor, seus pontos turísticos, e interagisse com pessoas de outras partes do Brasil e do mundo. Só não foi melhor porque Curitiba, nessa época do ano chega a apresentar as quatro estações climáticas num só dia. Terminei o passeio sob chuva fina, com muito frio, mas valeu a pena, recomendo.

E para finalizar, uma foto do prédio em que fiquei hospedado, que me chamou bastante a atenção.