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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Música para Dormir?


Assim como na adaptação do romance de Letícia Wierzchowski para a minissérie “A Casa das 7 Mulheres” e na cidade pequena, cuja mora a dona Joana e suas cinco filhas, ambas as situações nos apresentam histórias nas quais mulheres que são da mesma família encantam todos a sua volta com seus feitos notáveis.

Por estar a falar em fenômenos diferenciados, apresento a Francisca Aquino e suas talentosas filhas (Josira, Janaína, Cecília e Luiza). Elas são formadas em música, porém cada uma apresenta destreza em um instrumento específico. A propensão em assimilar bem as nuanças da música, presente da genética dos pais, foi lapidada por escolas renomadas em Brasília, Moscou, Suíça e Estados Unidos. O resultado de tudo isso foi um domínio técnico adquirido separadamente, cujo agora é transformado em belos espetáculos, sonhos, encanto, paixão e entre outros adjetivos...

No dia 21 de agosto, tive o prazer de assistir uma performance da senhorita Francisca e suas filhas. Não tenho costume de ouvir música erudita, porém, colocando abaixo o preconceito que é música para dormir, afirmo que é uma sensação única e fabulosa. Este espetáculo foi um projeto feito no Museu de Arte da Pampulha intitulado “Diá logos Musicais”.

Neste programa “Mãe e Filhas”, o concerto iniciou com composições dos famosos Johann Sebastian Bach e Franz Schubert. Um momento em que as filhas mostraram seu talento, porém com uma ressalva. Uma delas que reside na Suíça, devido o fuso horário dos poucos dias que chegara ao Brasil, confessou que não estava em sua perfeita forma e pediu desculpas a todos, mas parece que foi imperceptível mediante toda a suavidade de sua voz. Prosseguindo com a evolução do concerto, após música clássicas de Bach e Franz, arranjos e composições da matriarca Francisca entraram pela impecável cúpula acústica da salão do museu e presenteou o ouvido de todos os espectadores. Na terceira parte, “Arranjos de m pb”, músicas como “Passarim e Chovendo na Roseira” ,executados de uma maneira refinada, arrancaram aplausos de pé e encerraram a bela manhã de domingo.

Termino esta postagem com preciosos conselhos. Primeiro, música erudita é boa e vale a pena ir assitir um concerto. Segundo, se algum dia ver os nomes de Francisca Aquino, Josira Salles, Janaína Salles, Cecília Salles e Luiza Salles, não tenha êxito de ir e aproveitar.






A primeira vez que todas tocam juntas. A matriarca Francisca agradece com voz trêmula e emocionada.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Castelo animado (Howl no Ugoku Shiro)


O filme conta a história de Sophie, uma jovem de 18 anos, que é amaldiçoada por uma velha bruxa, tendo sua aparência transformmada na de uma idosa de 90 anos. Forçada a esconder-se das pessoas que conhece, encontra abrigo no cstelo do feiticeiro Howl, onde finge ser a faxineira para que consiga permanecer no local.

O castelo é ambulante, formado por materiais velhos, pedaços de casas e veículos sem uso. Lá ela conhece Calcifer, um demônio do fogo, ligado ao coração de Howl, que move o castelo, sendo sua única fonte de energia e responsável por toda a mecânica de locomoção e até a construção do castelo.

O contexto do filme é uma guerra entre dois reinos devido ao desaparecimento do príncipe do então reino inimigo. Sophie é completamente contra a guerra, assim como o feiticeiro Howl.


O interessante no castelo de Howl é sua porta principal, enfeitiçada para ser a entrada de diversos lugares diferentes. O objetivo de uma porta assim é fugir da academia onde se tornou feiticeiro, sendo que em cada um de seus endereços, possui uma identidade diferente. Howl ajuda a evitar danos com a guerra por conta própria, mas abomina ter que prestar serviços ao reino para combater em guerra.

A trama é um romance. Howl se apaixona por Sophie ao perceber que ela foi apenas enfeitiçada e com a sua ajuda encontra coragem para enfrentar seus problemas. Howl e Sophie conseguem achar a solução para o fim da guerra, trazendo paz aos dois reinos e a si próprios também.

Ficha Técnica :

Título Original: Hauru No Ugoku Shiro.
Origem:
Japão / Estados Unidos, 2004.
Direção:
Hayao Miyazaki.
Roteiro:
Hayao Miyazaki, baseado em livro de Diana Wynne Jones.
Produção:
Rick Dempsey, Ned Lott e Toshio Suzuki.
Fotografia:
Atsushi Okui.
Edição:
Takeshi Seyama.
Música:
Joe Hisaishi


"Turista Espacial"



La Belle Verte é um filme francês de 1996 dirigido por Coline Serreau que também é a protagonista e compôs a trilha.

A comedia, com um ar de ficção cientifica, traz a tona uma discussão sobre paradigma. Uma nova consciência de sustentabilidade e saúde .

Com uma temática ufológica a trama se baseia em uma extraterrestre e tem uma missão a ser realizada no nosso planeta.

A comunidade de onde ela vem faz uma clara alusão ao movimento hippie.

Interessante, engraçado e pode ser assistido com legendas pelo youtube.com

Pleasantville - A vida em preto e branco





A VIDA EM PRETO E BRANCO

Título Original: Pleasantville
País de Origem: EUA
Ano: 1998
Duração: 116min
Diretor: Gary Ross
Elenco: Tobey Maguire, Reese Witherspoon, Jeff Daniels, Joan Allen, William H. Macy, J.T. Walsh, Don Knotts, Marley Shelton, Jane Kaczmarek



Apesar de um enredo tanto quanto bobo no inicio do filme, Pleasantville possui um desenrolar belissimo, em especial pelos questionamentos que provoca. David (Tobey Maguire) e Jennifer (Reese Whiterspoon) são irmãos que começam a brigar pelo estranho controle remoto deixado pelo igualmente estranho técnico de televisão. Dessa maneira são transportados para o interior da serie Pleasantville, idolatrada por David, e odiada por sua irmã. Diretamente dos anos 90 , vão para a década de 50 em uma cidade "perfeita", onde o time de basquete jamais perde, os filhos são exemplos para a sociedade, os casais dormem em camas separadas, os bombeiros servem somente para resgatar gatos em árvores e as donas de casa tem sempre as refeições prontas e perfeitas para servirem a família. Tão "perfeita" que não existe sexo , nem capacidade individual de reflexão, nem liberdade de expressão e com a hipocrisia reinando. Uma cidadezinha machista, repleta de dogmas e tabus, que muitos aprendem a admirar pela mídia (como é o caso do próprio protagonista),sendo vista como paraíso , onde tudo é agradavel e perfeito, nos devidos moldes do sonho americano da época.

A partir do momento em que aquele excesso de equilíbrio recebe a figura dos irmãos, em especial de Jennifer, que mesmo com o pedido de seu irmão para que seguissem as "regras" da cidade, inicia uma saudável anarquia, expressando sua insatisfação com toda a situação. É a partir do sexo, instigado por ela que as mudanças começam. Ao comer o "fruto proibido", uma serie de atitudes sofrem mudanças entre os cidadãos da cidade, que em pouco tempo experimenta novas sensações características humanas como paixão, ciumes e medo. O paraíso já não existia mais, e com a descoberta dos prazeres e possibilidades o universo monocromatico, e estático, começa a ganhar cores vivas ao experimentar sentimentos e sensações humanas, contrastando os seres e ideias conservadoras ainda ali presentes.

Com o jogo de policromia X monocromia, e a insatisfação dos moradores ainda alienados com o antigo paradigma de cidade o filme critica nosso medo e dificuldade de aceitação com o novo e elogia a tolerância e liberdade, incentivando nos a pintar um pouco mais de cor nas nossas vidas rotineiras e pacatas.A vida em preto e branco foi indicado para o Oscar de trilha sonora, figurino e direção de arte.



4° Festival Internacional Andando de Bem com a Vida




O IV Festival Internacional Andando de Bem com a Vida, que ocorreu nos dias 24,25 e 26 de Julho,tem o foco nas questões que envolvem o bem estar em geral. Em tempos de pressa, no qual as pessoas se preocupam demasiadamente com o trabalho e conseguir a ascenção social, ha um esquecimento sobre o cuidado com nossas necessidades primordiais, como a saúde. O stress é um catalisador ou até mesmo o própio motivo para surgimento de diversas doenças. Em busca de divulgar uma vida com mais qualidade em termos de saúde e bem estar, o festival tem como conceito central a palavra "rede".Todos fatores externos, como educação, reeducação alimentar, meio ambiente, fontes alternativas de energia, estão diretamente ou indiretamente ligadas a um melhor aproveitamente do ambiente em que se vive, e , consequentemente um melhor funcionamento dos organismo nele presente, incluindo portanto, nós, os seres humanos.

“o contato com conhecimento é a única ferramenta capaz de mudar o ser...é o momento de se repensar e modificar o estilo de vida, essa redescoberta é fundamental para as novas gerações, de modo que elas possam viver num mundo de múltiplas possibilidades no que tange a busca da qualidade de vida”.
Ulisses Martins, idealizador do projeto

Visando o despertar da consciência sobre práticas saudaveis, em ambito do Planeta ou do individuo, o festival reuniu uma gama de atividades gratuitas como workshops sobre alimentação mais saudável, oficinas como a Casa viva que objetiva uma arquitetura mais natural que respeite a natureza, massagens, tendas com instituições que se dedicam a contribuição de um desenvolvimento sustentável, e diversas atrações artisticas, como música de hare krishna e de influencias indianas.

Instituto Pindorama, ONG que procura utilizar recursos naturais conscientemente, de forma sustentavel e eficiente, utilizando-se da Terra como um lugar auto suficiente. Oferece diversos cursos como "Habitações Sustentáveis com Bioconstrução" , "Curso prático de Construção de Bambu" e "Curso de energia e iluminação alternativas"

Grupo de Hare Krishna divulgando sua filosofia e tocando músicas típicas para o entretenimento do público. Rede Terra viva, projeto que tem como proposito a criação de uma rede de vinculo direto entre familias e associações que produzem de forma orgânica os alimentos e consumidores que habitam Belo Horizonte.


Momento de relaxamento com o corpo, massagem oferecida gratuitamente ao público presente.


Um doa meus momentos favoritos do festival, com a apresentação de música típica indiana no instrumento sitara.







12 Homens e Uma Sentença (12 Angry men)







Com direção de Sidney Lumet, foi lançado em 1957 nos Estados Unidos “12 Homens e Uma Sentença”. Essa produção recebeu indicação para o melhor filme, melhor diretor e melhor roteiro adaptado no Oscar do ano de seu lançamento.
Esse filme que se passa quase todo dentro de uma sala apertada tem uma história, assim como o cenário, muito simples. A cena inicial de “12 Homens e Uma Sentença” é um tribunal no qual está sendo julgado um jovem de dezoito anos pelo assassinato do pai, através de um golpe de facada, sob pena de morte. Logo após a cena inicial a juiz do tribunal delega a um júri composto por doze homens, de diferentes origens, o dever de julgarem se o jovem deve ser inocentado ou culpado pelo crime, sendo que os votos devem ser unânimes. Em seguida os homens se encaminham para a sala de onde só saem depois de tomarem sua decisão.

Já na sala, numa primeira votação, onze homens votam pela culpa enquanto apenas um vota pela inocência do jovem. Este homem é Davis, interpretado pelo ator Henry Fonda, que passa a exercer o papel de mediador da discussão. Apesar de não acreditar na inocência do jovem, também não tinha certeza de sua culpa e por se tratar de uma vida não achava justo que as discussões fossem tomadas da forma como seus, ansiosos, colegas de júri queriam.
Ao longo de todo o resto do filme Davis, través de argumentos inteligentes e excelentes utilizações de contra argumentação, convence um a um dos júris. Expondo grande habilidade em estudar o comportamento humano e agir sobre ele, Davis age sobre cada indivíduo de forma particular, explorando suas fraquezas e utilizando das “brechas” deixadas pela própria pessoa para persuadi-la.

“12 Homens e Uma Sentença” mesmo após mais de cinqüenta anos do seu lançamento continua sendo atual e é utilizado por muitos professores de direito, filosofia, psicologia, entre outros cursos, em suas aulas. Porque tem como foco não a sentença em si, mas sim o comportamento dos jurados, sendo considerado por muitos uma aula sobre o comportamento humano.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

O Cheiro do Ralo



Baseado em romance homônimo escrito pelo desenhista Lourenço Mutarelli, O Cheiro do Ralo marca o segundo filme dirigido pelo diretor Heitor Dhalia (Nina). Apesar de já ser um pouco antigo, creio que muita gente não viu, principalmente pela pouca repercursão que o nosso país promove do cinema nacional. O filme é sensacional, não apela para a Pornochanchada, nem para a pobreza do sertão ou para a exclusão social, como é típico dos filmes brasileiros. É urbano, pode ser visto como contemporâno e condiz com a realidade, sem mistificação ou exageros.
O cheiro do ralo conta a história de Lourenço (Selton Mello), o dono de uma espécie de topa tudo. "Seu papel como comprador é pagar o menos possível pelo objeto para conseguir um bom negócio. Já quem vende tem a opção de barganhar um preço mais alto ou se deixar desvalorizar pelo papo do comprador. Para lucrar, Lourenço desenvolveu uma frieza técnica que o faz desprezar as histórias dos objetos e o problema de quem está vendendo, frieza levada também para a vida pessoal. Soma-se ao capitalismo de entranhas o encanamento entupido no banheiro, que deixa a loja empestada pela fedentina de esgoto e obriga Lourenço a explicar para os clientes que o cheiro não vem dele, mas do ralo."
Lourenço vive um dilema. É atraído pela bunda de uma moça que trabalha na padaria. Passa pelo estabelecimento todos os dias para tomar café (olhar a bunda) e por causa da péssima gastronomia, tem diarréia constante, entope o ralo. De repente ele se dá conta de que quem usa o banheiro é ele, logo o fedor é dele. Isso é paradoxal e inacreditável para a personagem.
O cheiro do ralo é uma crítica a coisificação do mundo. Na primeira etapa, temos a coisificação dos objetos. "O cordão que vovó comprou na Europa e usou a vida inteira e me deu de presente de casamento torna-se vinte reais ou se manda daqui. O violino raro tocado em festas e apresentações internacionais transforma-se em trinta. Trinta e cinco e não se fala mais disso." Saindo da loja, temos a coisificação das pessoas, a bunda sem nome, o olho artificial que Lourenço adquire e ninguém sabe de quem é, torna-se lenda, cria-se histórias mentirosas para ele.





Trailer do filme

Referências
www.ocheirodoralo.com.br
aguarras.com.br

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Documentário: Zeitgeist





Zeitgeist é uma crítica à sociedade humana e ao seu modo de vida. O documetário se divide em duas partes básicas:



Logo no início, apresenta a Terra como uma parcela ínfima do espaço, onde se desenvolveram várias espécies, entre elas a nossa, que se caracterizaria apenas por possuir polegar opositor e raciocínio lógico. No entanto, somos audaciosos o bastante para achar que tudo neste planeta está em nossa função e que podemos apropriar do que nos convir desde que proporcione benefício próprio.


Esta parte do documentário ainda é composta por cenas de barbárie, acompanhadas por discursos terroristas ou anti-terroristas, que chocaram o mundo em um passado não tão distante e que hoje fazem parte da história da humanidade. Esquecemos que tais episódios continuam a acontecer, com pequenas alterações nos enredos e com protagonistas diferentes, porém com um objetivo comum: ganhar dinheiro.


Enfim, o ponto crítico principal do documentário é a cultura da economia monetária. E assim, renega a todas as instituições existentes, sejam elas governamentais, educacionais ou religiosas.





2ª- A Proposta (Projeto Vênus): (http://www.youtube.com/watch?v=YizLaWG6raY)


É proposto, então, que tenhamos uma economia baseada em recursos ao invés de uma economia monetária. Essa conclusão surge da premissa de que o sistema monetário nos torna escravos do próprio sistema.Uma vez que trabalhamos para ganhar o salário que nos proporciona a sobrevivência, nunca seremos livres de fato, precisaremos sempre trabalhar, e, para garantir que haja emprego, o avanço tecnológico será sempre barrado. Por isso, a ideia é que possamos usufruir ao máximo o que a tecnologia nos oferece e que devemos trabalhar para que todos os recursos terrestres sejam bens comunitários.


O Projeto Vênus, ainda que altamente utópico, tem caráter auto-sustentável. À medida que estabelece uma conexão direta entre ambiente habitado e comportamento cultural do homem, possibilita um reprojetamento do modo de viver em sociedade que funcionaria perfeitamente. Por meio da conscientização social e do uso abundante da ciência, seria estabelecido um plano em que o homem, a tecnologia e a natureza seriam capazes de coexistir em um estado de equilíbrio dinâmico estável e de longo prazo.




Intervenções arquitetônicas e urbanísticas (em síntese):
* Construção de novas cidades, altamente tecnológicas eque funcionem com o mínimo de energia possível.


* Projeto urbanístico circunscêntrico, dando ênfase à edução, sistemas de comunicação e assistência médica.


* Diversidade de arquitetura residencial, a fim de agradar a todos.


* Abundância de projetos paisagísticos.


*Contrução de cidades marinhas e subterrâneas.


Entre outros.


Se você quiser saber mais a respeito do Projeto Vênus, entre no site: http://www.thevenusproject.com/index.php















terça-feira, 19 de abril de 2011

Orquestra Filarmônica de Minas Gerais


Foi realizado no domingo dia 18 de abril , às 11 hs, no parque municipal Fazenda Lagoa do Nado, mais um evento da série "CLÁSSICOS NO PARQUE 2011", pela Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, a qual tem como diretor artístico e regente titular o maestro Fábio Mechetti .Considerada hoje, pouco menos de três ano após a sua criação , um dos melhores grupos sinfônicos do Brasil, a Orquestra é formada por 85 músicos de várias partes do país e do mundo, tendo já sido aplaudida por mais de 230 mil pessoas desde seu concerto inaugural e eleita pela Associação Paulista de Críticos de Artes-APCA o melhor grupo orquestral brasileiro em 2010.A Orquestra apresenta ao público as obras essenciais do repertório sinfônico , além de produções contemporâneas , com solistas de destaque no Brasil e no mundo.Realiza, ainda, duas séries no Palácio das Artes, turnês estaduais e nacionais, Concertos para a Juventude, Clássicos no Parque e Concertos Didáticos. Como ações de estímulo à música, a Orquestra promove o festival tinta fresca, para compositores brasileiros , e o Laboratório de Regência para jovens regentes brasileiros.
Sobre o Concerto
O evento foi regido pelo regente assistente da OFMG o maestro Marcos Arakaki vencedor do I Concurso Nacional Eleazar de Carvalho paras jovens regentes(2001) e o I Prêmio Camargo Guarnieri(2009), Mestre em Regência Orquestral pela Universidade de Massachusetts e que recentemente gravou, à frente da Orquestra Sinfônica Brasileira, a trilha sonora do filme "Nosso Lar", composta por Philip Glass.O regente inicialmente fez uma breve apresentação dos compositores e suas respectivas obras que seriam interpretadas :
1-Dmitri SHOSTAKOVICH(Rússia,1906-1975)
Abertura festiva, op 96 (19470[7 min]
2-Johann STRAUSS II (Áustria, 1825-1899)
Sangue Vienense, op 354 (1873)[7 min]
3-Zoltán KODÁLY (Hungria, 1882-1967)
Dança de Galánta(1933)[15 min]
4-Giuseppe VERDI (Itália, 1813-1901)
Nabucco: Abertura(1842)[8 min]
5-Piotr Ilych TCHAIKOVSKY (Rússia, 1840-1893)
O lago dos Cisnes: Valsa (1876)[7 min]
6-Carlos GOMES(Brasil, 1836-1896)
O Guarani: Protofonia(1870)[7min]
Apreciei muito o concerto e já conhecia alguns dos compositores , além disso, pouco antes do encerramento, o regente Marco Arakaki fez a apresentação dos integrantes da Filarmônica, aproveitando o momento para falar sobre as principais famílias de instrumentos musicais que compõem a Orquestra:
1-A primeira família são os instrumentos de cordas (violinos, viola de orquestra, violoncelos, contrabaixos e harpas);
2-a segunda família são os instrumentos de madeira (flautas, flautim, oboés, clarinetes, fagote);
3-a terceira família são os instrumentos de metal (tropas, trompetes, trombones, tuba);
4-a quarta família é formada pelos instrumentos de percursão (tímpano, xilofone, tambores, pratos, bumbos, piano)
No encerramento o regente fez com que o público participasse junto com a Orquestra batendo palmas como se fosse mais um instrumento da música, num momento de bastante irreverência e descontração, muito apreciado e aplaudido por todos os presentes.Logo após, despediu-se convidando a todos para a próxima apresentação da OFMG que será no domingo, dia 1 de maio de 2011 na Praça da Liberdade, centro da cidade, às 11 horas.

Fontes: folder , site www.filarmônica.art.br e pelo twiter.com/filarmonicamg