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quinta-feira, 30 de junho de 2011

Ofícios Ambulantes - Museu de Artes e Ofícios



Entre todas as exposições que estão ocorrendo no Museu de Artes e Ofícios a que me chamou mais atenção foi a Ofícios Ambulantes. Esta conta com peças originais dos seculos XVIII ao XX e representam os variados oficios dos brasileiros. Diversas ferramentas, máquinas, utensílios, etc, identificam os trabalhos que ali estão representados.



Eu não conhecia o Museu de Artes e Ofícios e fiquei bastante surpresa com ele. Na entrada você recebe um mapinha do interior do Museu em que também são encontrados informações sobre o museu, como história do mesmo, horário de funcionamento, preços,etc. É bastante organizado e interativo na forma em que apresenta suas exposições, em que tudo possui uma legenda, uma explicação, ou até uma pequena história referente ao objeto. A forma de apresentação do tema é feita de maneira bem diversificada e interativa, conta com fotos, obejtos, vídeo etc.



Barbeiros ambulantes, 1826 - Aquarela de Jean Baptiste Debret

O que me atraiu nesta exposição foi perceber que as peças, mesmo criadas para suprir necessidades de trabalho, foram feitas com bastante criatividade. E isto me fez pensar neste primeiro período do curso de Arquitetura e Urbanismo, em que muitas vezes, ou melhor, em todas, tivemos que ser bastante criativos para criar objetos/projetos apartir das necessidades que eram apresentadas.

Esquadro de aço e madeira - Século XX


Compaço de aço - Século XIX/XX


Cortador de cabelos e caixa - Século XX
Pertenceram a um agricultor que trabalhava como barbeiro aos sábados.


Tabuleiro de doces - Século XIX


Banco com gaveta - Século XIX

Sabe aqueles vendedores de pão que circulam pelos bairros em suas bicicletas com uma cesta bem grande na bicicleta? No século XX eles ja existiam, porém utilizavam carrocinha de pão, como a mostrada abaixo.


Outro aspecto interessante desta exposição é a comparação que o Museu faz entre os ambulantes "antigos" e os "atuais", mostrada nas fotos abaixo.



Esta exposição conta também com um video interativo em que você pode ver uma pequena historia da vida de alguns ambulantes brasileiros e também tem joguinho.


Pretendo voltar mais vezes, uma vez que o museu é bem grande, e merece ser visto com mais tempo.


terça-feira, 28 de junho de 2011

Edifício JK


Em 1952, durante o mandato de Juscelino Kubitschek, o arquiteto Oscar Niemeyer projetou o edifício JK, uma verdadeira cidade vertical. A obra foi concluída em 1963, porém, apenas em 1970 o edifício pôde ser habitado, e desde então minha avó passou a residir no mesmo. Assim, durante toda minha vida frequentei bastante este edifício.

Pensado para ser o maior edifício da América Latina, nasceu como uma tentativa de fazer com que a capital mineira entrasse no hall das cidades modernas. A proposta de Niemeyer,inspirado pela mais recente criação de Le Corbusier, a Unité d´Habitation de Marselha, na França, era um conjunto com duas torres interligadas por passarela e moradias para atender necessidades de diversas classes. Assim, o conjunto contaria com lojas, hotel, cinema, teatro, área de lazer e etc. Porém, o projeto foi concluído e várias partes do mesmo foram descartados ou modificados, e passou a ter instalações adaptadas para atender apenas a habitação e algumas lojas comerciais.



A proposta inicial multifuncional do edifício JK foi, para os anos cinquenta, bastante inovadora no cenário arquitetônico brasileiro. E ainda hoje, se diferencia bastante por ocupar duas quadras, havendo um edifício em cada uma delas, que causam um impacto visual bem interessante, já que existe uma diferença significativa de andares entres os dois. Há também, uma diversidade das plantas oferecidas nos edifícios, que vão de kitnets a apartamentos de três quartos. Os edifícios contam ainda com o charme dos janelões e do efeito criado pela repetição regular dos mesmos na fachada.


Há também uma grande área destinada à recreação, em que se encontram diversas quadras e brinquedos como gangorras, balanços, etc. E ainda, salões e grandes espaços onde festas são realizadas.

O complexo habitacional é composto por duas torres, o bloco A, localizado na rua Timbiras, possui 23 andares, 647 apartamentos e 76 metros de altura. E o bloco B, situado na rua Guajajaras, possui 36 andares, 439 apartamentos e 100 metros de altura. Para garantir o transporte das milhares de pessoas que frequentam diariamente o conjunto, a torre A conta com 10 elevadores e a B com 7.

Analisando a base de sustentação dos dois edifícios, dá a impressão de que tudo está no ar e nos deixa perplexos ao imaginarmos o peso que as colunas debaixo dos predios carregam.


Após muitos anos, o edifício envelheceu bastante e, desde setembro de 1996 passa pela maior reforma já realizada na América Latina. A mesma conta com a recuperação das fachadas do bloco A e do bloco B, substituição dos pisos, recuperação da pintura, melhoria na rede elétrica, entre outros.



Em entrevista ao Jornal Tribuna de Minas, Juscelino diz em 1952 :“O Conjunto caracterizará a silhueta da cidade e já se prediz que constituirá ele, na imprensa e na tradição oral, a ‘marca registrada de Belo Horizonte’, ou seja, o que é a Torre Eiffel para Paris ou o Rockfeller Center para Nova York”.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Intervenção Cine Belas Artes



O Usiminas Cinema Belas Artes é um espaço cultural que possui 3 salas de cinemas, uma cafeteria e uma livraria. É um lugar bastante aconchegante e tranquilo. Se localiza na rua Gonçalves Dias, 1581, bairro Lourdes, proximo a Praça da Liberdade.



Com o objetivo de atrair mais as pessoas para esse tipo de programa cultural, decidimos elaborar uma intervenção nas vagas de carro, em frente ao local, que interagisse a parte externa e interna do cinema.
Assim, nosso projeto consiste em 4 murais, sendo 2 com televisões que passam os trailers dos filmes em cartaz, e 2 com paineis de críticas, onde o público pode deixar sua opinião a respeito dos filmes e do ambiente.




A montagem é bastante simples. Basta colocar os murais sobre o tablado que é posto no espaço reservado para os carros. Os conjuntos de mesas e cadeiras juntamente com os pufes são colocados na calçada. E os outros pufes (bancos) ficam dentro do ambiente.



Lista de outros materiais necessários além dos ja apresentados na revista:

- 4 DVDs;
- Tubos de Led 11metros;

- 16 Pinos de metal ( diametro 4cm);
- 16 borboletas;
- 8 barras rosqueadas de 23cm;
- Fios de extensão (aproximadamente 15 metros);
- 4 canetas e pequenos blocos de anotação com cola na ponta;





O link do projeto: http://www.youtube.com/watch?v=GzJk7zisa24

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Filhos do Paraíso



Filhos do Paraíso é sem dúvida um dos filmes mais lindos que já vi. A história gira em torno de um casal de irmãos iranianos muito humildes, Ali e Zahra, em que o irmão Ali perde o par de sapatos de sua irmã, e como cada um tinha apenas um par de sapatos os dois passam a revesar o unico que sobrou, para evitar que o pai descobrisse e brigasse por não ter dinheiro para comprar outro.


Em meio a tantas dificuldades é de impressionar a cumplicidade e a alegria que os irmãos possuem e, mais ainda, a fé que Ali tem em participar de uma corrida que tem como prêmio um par de sapatos para dar a sua irmã.



Filhos do Praíso é repleto de partes emocionantes, que demonstram a força dessas duas crianças.
O filme também conta com um contraste em que, Ali e sua familia moram em uma residencia de apenas um cômodo, onde tudo acontece, cozinha, dormitório, etc, e, uma cidade próxima onde Ali vai ajudar seu pai a procurar emprego de jardineiro em que só existem mansões. Acho que nesse momento, com toda surpresa do pai de Ali pelas residências, passa por sua cabeça como seria morar nessas mansões que ele, se nao fosse pela ajuda do filho não conseguiria se comunicar com os moradores dessas casas, e eu na verdade, pensando como é possível morar com uma familia em uma residência como a de Ali, e também como realidade de muitas pessoas.

Enfim, vale a pena conferir e se emocionar com este filme que trás não só uma história muito interessante, mas nos faz ver um pouco também de uma cultura diferente e se emocionar com a forma que ela é passada.



Título original: (Bacheha-Ye aseman)

Lançamento: 1997 (Irã)

Direção: Majid Majidi

Atores: Mohammad Amir Naji, Amir Farrokh Hashemian, Bahare Seddiqi, Nafise Jafar-Mohammadi.

Duração: 88 min

Gênero: Drama



terça-feira, 31 de maio de 2011

Oficina de madeira: cadeira de três pés de Lina Bo Bardi.


Lina Bo Bardi (Achillina Bo) foi uma arquiteta ítalo-brasileira que nasceu em Roma no dia 5 de dezembro de 1914, e morreu em São Paulo no dia 20 de março de 1992. Casou-se com o crítico de arte chamado Pietro Maria Bardi e sua obra mais conhecida é o projeto da sede do MASP, Museu de Arte de São Paulo. Inconformada com os móveis brasileiros a arquiteta italiana decidiu desenhar mobiliários para seus projetos, e com o objetivo de produzí-los em série fundou, junto com Giancarlo Palanti, o Studio de Arte Palma, mas que apenas durou dois anos, de 1948 a 1950. "O ponto de partida foi a simplicidade estrutural, aproveitando-se da extraordinária beleza das veias e da tinta das madeiras brasileieras, assim como seu grau de beleza e capacidade" disse Lina na revista Habitat. Para ela o móvel também tem sua moralidade e razão de ser na sua própria época, e a cópia de estilos passados, os babados e as franjas, são índices de mentalidades incoerentes, fora da moralidade da vida.
A poltrona Bowl, 1951, é um exemplo de sua produção, com um desenho simples e absolutamente inovador mereceu a capa premiada na revista norte-americana Interiors em 1953, e até hoje parece atual. Outro exemplo são os polêmicos bancos do teatro Sesc Pompéia, em São Paulo.
A cadeira escolhida pelo grupo Diogo, Bárbara e Ana Claudia foi a cadeira Tripé, de 1948, que nasceu da rede, instrumento o qual Lina considerava um dos mais perfeitos para o repouso por sua aderência a forma do corpo. O folclorista nordestino Luís da Câmara Cascudo no seu ensaio "Rede-de-Dormir" faz uma apologia a esta peça doméstica integrante da vida cotidiana do Norte e do Nordeste brasileiro, comparando-a com o leito e enaltecendo as vantagens da rede: "O leito obriga-nos a tomar seu costume, ajeitando-se nele, procurando repouso numa sucessão de posições. A rede toma o nosso feito, com os nossos hábitos, repete, dócil e macia a forma do nosso corpo. A cama é hirta, parada, definitiva. A rede é acolhedora, compreensiva, coleante, acompanha, tépida e brandamente, todos os caprichos da nossa fadiga e as novidades imprevistas do nosso sossego. Desloca-se, encessantemente renovada, a solicitação física do cansaço. Entre ela e a cama, há a distância da solidariedade a resignação." Foi pensando no conforto da rede e nas ideias expostas na palestra dada pelo arquiteto Adriano Mattos, professor da Escola de Arquitetura da UFMG, que o grupo optou por fazer a cadeira de Lina Bo Bardi, porém com algumas alterações, seguindo a ideia do canibalismo modernista.

Ao analisar a ideia original foi encontrado certo desconforto na inclinação dada a peça e no apoio da cabeça. Providos, assim, de boas intenções, mudaram o projeto para a solução dos problemas.

Material: foi utilizado a madeira e esta foi escolhida devido a dois motivos: 1- Está presente na vida do arquiteto e seu manuseio ajuda a compreender o que é ou não possível contruir com ela. 2- Pelo fato de que necessitamos de um material resistente e de fácil manuseio a partir das ferramentas de que dispunham. E a madeira utilizada foi a da árvore de eucalipto pois é bonita e macia, porém fica um aviso de que nao aceita prego nem parafuso, sendo por isso necessário pensar na construção de encaixes e no utilização de muita cola. Para o encosto usou-se compensado. Para o estofado utilizou-se uma lona de sofá, espuma de 5 centimetros e um tecido de revestimento. É recomendada a construção da cadeira idealizada com aço.

Cálculos: a falta de conhecimento na área levou o grupo a procurar medidas em sites que discutem ergonomia, como http://www.efdeportes.com/ e http://www.etcsismanha.pbworks.com/, e a utilizar o promagra Sketchup para vizualizar ângulos e quantidade de peças. O mais difícil foi a elaboração do estofado, mas esses cálculos ficaram a cargo da costureira.



Peças: as ripas tinham 3,5 centímetros de largura por 3,5 centímetros de espessura que vieram em barras de 2 metros e foram dividas da seguinte forma em relação ao comprimento: 2 peças de 45 cm, 2 de 100 cm, 3 de 50cm, 2 de 30 cm, 2 de 40 cm e 1 de 8 cm. Para o encosto: 5 peças de 5 cm de altura, 2 cm de espessura e 30 cm de largura.



Ângulos: Para construir a cadeira foi necessário ângulo nas extremidades de algumas peças.
1° Ângulos de 45 graus em ambas as extremidades peças de 45cm e 30cm.
2° Ângulos de 35 graus em uma das extremidades da peça de 1 metro.



Montagem: use uma peça de 50cm de base e parafuse em sua extremidades as outras duas peças de 50cm de modo a formar um quadrado sem um de seus lados.

Parafuse as peças de 30cm de modo a formar triângulos retângulos equiláteros com as quinas da estrutura, parafuse a peça de 8cm com as de 45cm formando novamente um quadrado sem um lado, porém esse lado será fechado com a peça de 50cm, base da estrutura já feita. Nas extremidades livres das peças de 45 parafuse as de 1 metro utilizando as extremidades ângulares dessa e parafuse as peças de 45 nas de 1 metro formando de novo triângulos retângulos equiláteros com chão e nas extremidades livres das peças de 1 metro pregue as peças de compensado uma acima da outra em sucos abertos nas peças de um metro formando a seguinte estrutura.




Logo após junte o estofado a estrutura finalizando o processo.

Voltando agora aos resultados colhidos pelo grupo. O aprendizado na construção foi muito válido, pois além de acrescentar habilidades com ferramentas e aguçar o senso crítico em relação ao designer de móveis mostrou ao grupo as dificuldades e facilidades de mexer com madeira e a importância de ter ou ser um bom marceneiro. O grupo antes do trabalho, apesar de pensar bastante no usuário, pois o foco do trabalho foi a tentativa de construir uma cadeira mais confortável, não se preocupou com o intermediário que é o executor. Finalizando o trabalho percebemos que ao projetar é muito importante levar em consideração também a execução, pois nem sempre cálculos, mesmo que muito bons, são possíveis de se realizar, seja pelo material escolhido ou mesmo por dificuldades extremas na construção. A cadeira proposta pelo grupo não aguentou as forças necessárias e apesar de frustrante o resultado ensinou bastante, pois foi visto que na prática as coisas nem sempre saem como desejado ou calculado.

Por fim o exercício de devorar outros designers de cadeiras e tentar produzir uma cadeira se mostrou válido em todos os sentidos e o grupo espera daqui pra frente levar em conta todas as fazes do processo, sem perder a criatividade incorporando estilos e modificando-os. Lançando, dessa forma, novas tendências que resolvam problemas em diferentes setores que a arquitetura oferece.








terça-feira, 24 de maio de 2011

Arquitetura Orgânica

Estamos realmente equivocados quando pensamos que ja vimos de tudo, principalmente quando se trata de arquitetura. Pesquisando casas interessantes pela internet encontrei esse tipo de arquitetura denominada orgânica. A mesma consiste na idéia de construção ecológica, que é a interação das construções com o ambiente, dessa forma, projetos inspirados na natureza são realizados afim de haver um equilíbrio entre as construções e o ecossistema que se encontram.

Um grande arquiteto adepto a esta idéia é o mexicano Javier Senosian que desde a decada de 80 vem criando edifícios inspirados na natureza, assim, procura desenhar construções eliminando quinas e traços retos, preferindo as curvas e o grande uso das cores para se aproximar ao máximo da natureza utilizando também bastante vegetação dentro de suas construções.

Sua obra mais famosa é a casa Nautilus, conhecida como Casa Concha por ter sido inspirada em uma concha e possuir assim a forma da mesma.







Utilizando materiais à base de cimento e aço que oferecem grande resistência a terremotos e exigem pouca manutenção estrutural, a casa concha foi construída em 2007 no México.

Para quem se interessar, o primeiro video abaixo mostra a casa Nautilus por dentro e o segundo uma entrevista com o arquiteto Javier Senosian (está em espanhol mas é possivel entender um pouquinho).

http://www.arquitecturaorganica.com/nautilusweb.htm

http://www.youtube.com/watch?v=zHVq1gJ1cx0

Outra construção inspirada na natureza realizada por Javier Senosian é a Ninho de Quetzacoatl uma residência em forma de cobra.



A casa se localiza em um terreno bastante irregular e cheio de cavernas, gerando ainda mais diicudade por ser um projeto que visou uma construção que não alterase a paisagem orginal, não destruindo assim as árvores que se encontram no local.



Podemos ver com toda essa criatividade e muitas outras existentes pelo mundo que as construções não precisam ser apenas funcionais, mas sim construções harmônicas com o ambiente sem precisar eliminar o conforto que se quer de uma residência.


segunda-feira, 23 de maio de 2011

Borda Infinita

A pisicina com borda infinita é um dos tipos de piscina mais criativa e luxuosa que existe, uma vez que produz um efeito visual de que a água se estende até o horizonte..até o infinito.






Consiste em um projeto arquitetonico muito sofisticado e cuidadoso que nos dá a ilusão de que a piscina tem uma parede a menos do que deveria ter. Essa ilusão de ótica é possível através da construção de uma parede que é feita abaixo do nível da água, dando assim, a impressão de não existir. Dessa forma, a água escoa pela borda dessa parede para o outro lado onde existe um reservatório que acumula a água e a faz retornar para dentro da piscina.



Esse tipo de piscina se iniciou na década de 90 e hoje é muito encontrado em hoteis luxuosos e resorts paradisíacos, em que a idéia é a de fundir a piscina com o ambiente em que se encontra. Assim, a localização dessa construção deve ser muito bem escolhida, uma vez que esse aspecto infinito da piscina aumenta ainda mais a beleza dos lugares. Uma boa opção de instalar essa piscina é em locais mais elevados que dão a ilusão de estarem suspensas e uma continuidade incrivelmente bela ao horizonte.



O projeto da piscina abrange os conhecimentos de arquitetura, engenharia, paisagismo e design, sendo assim previsível o alto custo dessa contrução e da manutenção da mesma, porém, o resultado final nos mostra que vale a pena.



Mas, pra mim, a mais incrível é a existente no resort mais caro do mundo, o Marina Bay Sands Resort, em Cingapura.


A piscina fica acima de seus 55 andares, no alto do prédio. É maior que a torre Eiffel deitada e três vezes maior que uma piscina Olímpica: mede 150m de extensão.



Só por curiosidade, a construção desse resort ficou em 4 bilhoes de dólares, e, além de contar com essa incrível piscina possui dentro de seu estabelecimento shopping, cassinos, centros de negócios e esculturas.



Cada vez que eu pesquiso, mais eu me surpreendo e me encanto com os projetos que os conhecimentos de Arquitetura podem nos proporcionar.